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sábado, 4 de junho de 2016

Vamos falar sobre o Estupro da Cultura.

Está na hora de falarmos num problema muito grave. 

Está mais do que na hora de falarmos no Estupro da Cultura.
O Estupro da Cultura vem sob o manto de pseudo-modernidade e pornografia tentando se passar por arte.
O Estupro da Cultura vem sob a égide do esquerdismo e com a finalidade de subverter os valores morais e estéticos para que os mais jovens, as novas gerações, só tenham poucas referências "culturais" que estão sob o controle da esquerda e do PT.
O Estupro da Cultura se manifesta em dinheiro da população de um país pobre que se crê rico, cuja população passa por grandes dificuldades e a quem faltam todos os serviços sociais que deveriam ser prestados por um Estado super-taxador e que só usa nosso dinheiro para um projeto de poder de uma organização fascista de esquerda que quer se perpetuar no poder.
O Estupro da Cultura se manifesta em nosso dinheiro sendo dado a cantores, músicos e até funkeiros, todos que podem financiar seus projetos ou seus "projetos" com dinheiro da iniciativa privada e só nos devolvem lixo.
O Estupro da Cultura nos cospe na cara cenas vexatórias de homens e mulheres (quase ia dizendo "atores e atrizes") enfiando dedos ou mãos nos ânus uns dos outros, no estilo dos filmes The Human Centipede. Só que com a desvantagem de que o fedor é possível ser sentido pelo público por ser feito a poucos metros dos que assistem a um lixo desses.

Eu luto 
pelo fim do
Estupro da Cultura.
#FimDoEstuproDaCultura

quinta-feira, 2 de junho de 2016

"Cultura do estupro"? Meus ovos! Morrem 50 mil homens por ano e ninguém fala em cultura do genocídio masculino.

45.000 mulheres estupradas por ano num país com mais de 100 MILHÕES de mulheres. 0,045% de todas as mulheres foi estuprada. Qualquer número de vítimas é indesejável, mas 0,045% é o mesmo que 1 em cada 2.222. E a maioria foi violentada por conhecidos, parentes, namorados, pessoas próximas. A maioria foi estuprada apenas por UMA pessoa. A maioria NÃO FOI ESTUPRADA por desconhecidos. A maioria que foi vítima de estupro era pobre e com baixa escolaridade e viviam em ambientes propícios à todo tipo de violência, onde ouve-se funk e usa-se drogas. Da mesma forma que 45.600 homens assassinados por ano (80% do total de homicídios no país) não justifica que se levante uma bandeira contra "a cultura de homicídio contra homens - e se alguém fizesse isso, a esquerda e feministas sairiam por aí dizendo que isso é machismo e o foco deveria ser na violência em geral e não "violência por cotas" - eu não aceito a farsa da "cultura do estupro". 

Isso é uma farsa e DEVE ser denunciada. Não existe uma tendência no país a se cometer estupros, menos ainda estupros em massa, como esse caso, que nem foi provado ainda, seria uma exceção e não a regra.
#FimDoEstuproDaCultura

terça-feira, 31 de maio de 2016

Cultura do estupro ou estupro das estatísticas?

Não existe nenhuma "cultura de estupro", Se existir é em alguns lugares da África, alguns na Índia e no Islam. Ocorrem uns 45 mil estupros por ano no país. Num país com umas 100 MILHÕES de mulheres. Pela lei 12.015 de 2009, qualquer ato libidinoso, até mesmo mandar a mulher mostrar um seio, sob coerção, é considerado estupro MESMO se o autor não tiver tocado nos seios dela! Depois dessa lei o número de "estupros" aumentou significativamente. E mesmo assim não chegou a 50 mil. Cultura de estupro seria uma situação em que numa sociedade mulheres não pudessem ficar num escritório com mais dois homens que já haveria violência sexual. Seriam milhões de estupros por ano e sabemos que isso não acontece e que quase 100% dos homens abominam o estupro e nunca cometeram ou cometerão estupros. 
#FimDoEstuproDaCultura


Vamos falar em homicídios. 63.000 homicídios por ano no país, 80% das vítimas são homens. Será que podemos falar numa cultura de genocídio de homens? Bobagem. Ficar espalhando clichés e chavões nos meios de comunicação contendo mentiras, falsidades e criando, isso sim, uma cultura da mentira, uma cultura do ódio irrefletido, sem passar pelo crivo de estatísticas e análise fria, não contribui com o avanço da mentalidade do povo, não contribui tampouco com a solução dos problemas. Dar nomes fantásticos a doenças imaginárias quando a "doença" é um sintoma de várias outras coisas em relação orgânica bem complexa e chamar essas situações sociais complexas de doenças, só torna o encontro de soluções ou de meios de reduzir a incidências de coisas indesejáveis, mais distante.